Crer é Também Pensar
  Pequenas Coisas
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  Mafalda
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  Felpa
  UGA


 

 
 

   


 
 
Disparate...Despautério...Desconchavo...



Congresso de Adolescentes Nova Geração

Dias 28/01 a 01/02

Local: Sede Campestre Getsêmani

Incrições e informações: www.ugaget.com.br

Bandas:
Quatro por Um
Jó42
AmaDeus
Godcore
FT7

Preletores:
Jorge Linhares
Marcus(4/1)
Marquinhos
Luzia Viana
Léo China
Paulinho(MPC)
Wagner(Capacete - Aprisco)

Você não pode perder!

"É tempo de vigiar e orar
É Tempo de buscar a face de Deus
É tempo de receber a sua direção
e o seu poder
É tempo de se levantar e agir
É tempo de ampliar a visão
É tempo de se arrepender
e clamar pelo Seu perdão.
É tempo de viver a realidade
De uma vida de temor e santidade
Com os olhos espirituais abertos
Pois a vinda de Jesus está muito perto
É tempo de parar de murmurar
E abrir a boca para abençoar
Porque somos os profetas desse tempo
Somos a geração do avivamento

Geração que denuncia o pecado,
mas ama o pecador
Geração que abre mão de tudo
por causa do Senhor
Geração que não tolera Jezabel
Geração que ora como Daniel
Geração que busca a Deus

Até tocar o Céu
Até tocar o Céu
Vou te buscar
Vou te adorar
Até tocar o Céu "



Escrito por Kel às 19:49
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As Mineiras

O sotaque das mineiras deveria ser ilegal, imoral ou engordar.
Porque, se tudo que é bom tem um desses horríveis efeitos colaterais,
como é que o falar, sensual e lindo ficou de fora?
Porque, Deus, que sotaque!

Mineira devia nascer com tarja preta avisando: ouvi-la faz mal à saúde.
Se uma mineira, falando mansinho, me pedir para assinar um contrato
doando tudo que tenho, sou capaz de perguntar: só isso?
Assino achando que ela me faz um favor.

Eu sou suspeitíssimo. Confesso: esse sotaque me desarma.
Certa vez quase propus casamento a uma menina que me ligou
por engano, só pelo sotaque.
Os mineiros têm um ódio mortal das palavras completas.
Preferem, sabe-se lá por que, abandoná-las no meio do caminho
(não dizem: pode parar, dizem: "pó parar").

Os não-mineiros, ignorantes nas coisas de Minas, supõem, precipitada e
levianamente, que os mineiros vivem - lingüisticamente falando -
apenas de uais, trens e sôs.

Digo-lhes que não.

Mineiro não fala que o sujeito é competente em tal ou qual atividade.

Fala que ele é bom de serviço. Pouco importa que seja um juiz de
direito, um jogador de futebol ou um ator de filme pornô.
Se der no couro - metaforicamente falando, é claro - ele é bom de serviço.

Mineiras não usam o famosíssimo tudo bem.
Sempre que duas mineiras se encontram, uma delas há de perguntar pra
outra: "cê tá boa?"
Para mim, isso é pleonasmo.

Perguntar para uma mineira se ela tá boa é desnecessário.

Vamos supor que você esteja tendo um caso com uma mulher casada.
Um amigo seu, se for mineiro, vai chegar e dizer: Mexe com isso não,
sô (leia-se: sai dessa, é fria, etc.).
O verbo "mexer", para os mineiros, tem os mais amplos significados.

Quer dizer, por exemplo, trabalhar.
Se lhe perguntarem com que você mexe, não fique ofendido.
Querem saber o seu ofício.

Os mineiros também não gostam do verbo conseguir.

Aqui ninguém consegue nada. Você não dá conta.
Sô cê (se você) acha que não vai chegar a tempo, você liga e diz:
Aqui, não vou dar conta de chegar na hora, não, sô.

Esse "aqui" é outro que só tem aqui.
É antecedente obrigatório, sob pena de punição pública, de qualquer frase.
É mais usada, no entanto, quando você quer falar e não estão lhe dando
muita atenção: é uma forma de dizer, "olá, me escutem, por favor,".
É a última instância antes de jogar um pão de queijo na cabeça do interlocutor.

Mineiras não dizem "apaixonado por".
Dizem, sabe-se lá por que, "pêxonado com".
Soa engraçado aos ouvidos forasteiros.

Ouve-se a toda hora: "Ah, eu pêxonei com ele...".
Ou: "sou doida com ele" (ele, no caso, pode ser você, um carro, um
cachorro).
Elas vivem apaixonadas "com" alguma coisa.

Que os mineiros não acabam as palavras, todo mundo sabe.

É um tal de "bonitim", "fechadim", e por aí vai.

Já me acostumei a ouvir: "E aí, vão?". Traduzo: "E aí, vamos?".
Não caia na besteira de esperar um "vamos" completo de uma mineira.
Não ouvirá nunca.

Eu preciso avisar à língua portuguesa que gosto muito dela, mas
prefiro, com todo respeito, a mineira. Nada pessoal.

Aqui certas regras não entram. São barradas pelas montanhas.

No supermercado, não faz muitas compras, ele compra "um tanto de côsa".
O supermercado não estará lotado, ele terá "um tanto de gente".
Se a fila do caixa não anda, é porque está "agarrando" [aliás,
"garrando"] lá na frente. Entendeu? Agarrar é agarrar, ora!

Se, saindo do supermercado, a mineirinha ver um mendigo e ficar com pena,
suspirará: Ai, gente, que dó.

É provável que a essa altura o leitor já esteja apaixonado pelas mineiras.

Não vem caçar confusão pro meu lado.
Porque, devo dizer, mineiro não arruma briga, mineiro "caça confusão" .
Se você quiser dizer que tal sujeito é arruaceiro, é melhor falar,
para se fazer entendido, que ele "vive caçando confusão".

Para uma mineira falar do meu desempenho sexual, ou dizer que algo é
muitíssimo bom vai dizer: "Ô, é sem noção".
Entendeu, leitora? É sem noção! Você não tem, leitora, idéia do "tanto
de bom" que é. Só não esqueça, por favor, o "Ô" no começo, porque sem
ele não dá para dar noção do tanto que algo é sem noção, entendeu?

Capaz... Se você propõe algo e ela diz: capaz!!!
Vocês já ouviram esse "capaz"? É lindo.. Quer dizer o quê?

Sei lá, quer dizer "ce acha que eu faço isso"? Com algumas toneladas
de ironia...

Se você ameaçar casar com a Gisele Bundchen, ela dirá:

"Ô dó dôcê".
Entendeu? Não? Deixa para lá.
É parecido com o "nem...". Já ouviu o "nem..."?
Completo ele fica:- Ah, nem...

O que significa? Significa amigo leitor, que a mineira que o
pronunciou não fará o que você propôs de jeito nenhum.
Mas de jeito nenhum.

Você diz: "Meu amor, cê anima de comer um tropeiro no Mineirão?".
Resposta: "Nem..." Ainda não entendeu? Uai, nem é nem.

Leitor, você é meio burrinho ou é impressão?
A propósito, um mineiro não pergunta: "você não vai?".
A pergunta, mineiramente falando, seria: "cê não anima de ir"?
Tão simples. O resto do Brasil complica tudo.

É, ué, cês dão umas volta pra falar os trem... Falando em "ei...".
As mineiras falam assim, usando, curiosamente, o "ei" no lugar do "oi".
Você liga, e elas atendem lindamente: "eiiii!!!", com muitos pontos de
exclamação, a depender da saudade... Têm tantos outros...

O plural, então, é um problema. Um lindo problema, mas um problema.
Sou, não nego, suspeito.
Minha inclinação é para perdoar, com louvor, os deslizes vocabulares
das mineiras.

Aliás, deslizes nada.
Só porque aqui a língua é outra, não quer dizer que a oficial esteja
com a razão.
Se você, em conversa, falar:- Ah, fui lá comprar umas coisas...
Que' s côsa? - ela retrucará.
O plural dá um pulo. Sai das coisas e vai para o que.

Ouvi de uma menina culta um "pelas metade" , no lugar de "pela metade".
E se você acusar injustamente uma mineira, ela, chorosa, confidenciará :
Ele pôs a culpa "ni mim".

A conjugação dos verbos tem lá seus mistérios em Minas...
Ontem, uma senhora docemente me consolou: "prôcupa não, bobo!" .
E meus ouvidos, já acostumados às ingênuas conjugações mineiras, nem se
espantam. Talvez se espantassem se ouvissem um: "não se preocupe", ou
algo assim.

A fórmula mineira é sintética. E diz tudo.
Até o "tchau" em Minas é personalizado.
Ninguém diz tchau pura e simplesmente.
Aqui se diz: "tchau procê", "tchau procês".
É útil deixar claro o destinatário do tchau.
Então...

[Carlos Drummond de Andrade]



Escrito por Kel às 21:55
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...

Sem título para evitar sugestividade.

 

Muitos utilizam da internet para expressar suas ideologias, talvez por não saberem se expressar pessoalmente,

não sei!

Muitos reclamam de tudo e não tentam melhorar nada, talvez por acharem que não se pode mudar o já mudado,

não sei!

Muitos acham um absurdo votar em políticos corruptos mas não procuram outros, talvez por pensarem que não existam tais políticos,

não sei!

Muitos pensam que teremos de nos alimentar de biocombustíveis, talvez por desconhecerem a imensidão de nosso país,

não sei!

Muitos vivem como se não tivessem mais motivos, talvez por não conhecerem o Deus que lhes deu a vida,

não sei!

Muitos tentam não transparecer o seu medo, talvez por acharem melhor a capa da virtualidade,

ainda não sei!

A sabedoria de Sócrates: relativa e questionável.

A sabedoria de Deus: irrelativa e inquestionável.



Escrito por Kel às 21:51
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Otário? Por amor...às causas perdidas

Loucura? Quem tem qualificação suficiente para julgar a sanidade de alguém? Quais os conceitos hoje para definir a loucura? Jesus era um louco segundo a sociedade da época, por dizer que destruiria o templo e o reconstruiria em três dias, algo que todos julgavam ser impossível, porém Jesus estava referindo a seu corpo quando disse “templo”, poucos entenderam, todos o julgaram. Jesus “destruiu e reconstruiu” o templo por amor, amor às almas. Em Dom Quixote, Cervantes diz que a loucura de seu personagem é por amor, todos zombam dele por seus atos, seu único motivo era ser glorificado por sua amada Dulcinéia.

Claro que não pretendo comparar Jesus e Dom Quixote, apenas exemplificar a loucura e o motivo deles, o amor. O amor incondicional de Jesus por nós, e o amor “eterno” de Dom Quixote por Dulcinéia.

Jesus fez “loucuras” para nos salvar, por amor às almas perdidas. E nós? Que loucuras cometemos hoje por Ele? Deixamos de beber e nos drogar? Ah, isso apenas deixa sua saúde melhor, isso não é loucura, apenas “costumes evangélicos”, não estou fazendo apologia às drogas, apenas falando que precisamos fazer LOUCURAS verdadeiras por amor, amor a Jesus!!!



Escrito por Kel às 21:25
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Queria ter o dom das belas palavras,

vocábulos perfeitos,

versos corretos.

 

Queria expressar-me de forma mágica,

mas sem complicar, afinal,

a simplicidade te atrai.

 

Poderia dizer muitas coisas,

reescrever músicas,

músicas com a finalidade de retratar algo.

 

Poderia calar-me,

e deixar-te refletir,

não pela falta de melanina, e sim pelo excesso de ternura.

 

Queria, queria, queria,

poderia também, deixar esse pretérito imperfeito,

e viver o presente, visualizando o futuro.



Escrito por Kel às 19:36
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Era uma vez...

Ah, quanto tempo que não escrevo,
mas não deixo de pensar.
Esqueço dos momentos presenciados,
lembro apenas dos sonhos,
onde o infinito corre o mundo,
independente de onde chegaremos.
Quão bom seria viver esses sonhos,
e me perder de tudo.
Talvez; incertezas à parte,
uma única certeza sempre dita.
Incessantemente palavras repetidas,
olhares incompreendidos.
Olhares que se cruzam,
olhares que revezam,
olhares que se perdem.
Hesito hoje em revelar,
o que penso, o que sinto,
tudo não passa de sonhos de criança.
Um dia, quem sabe, uma realidade,
e talvez entenderemos a frase "...e viveram felizes para sempre.",
mesmo não começando com "Era uma vez...".
O que é realidade, o que é ficção?
Contos de fadas? Talvez escritos por bruxas.
Palavras mal ditas? Quem sabe bem compreendidas.


Escrito por Kel às 23:20
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Queria te contar, mas receio não ter o que falar.

 

I'm waiting...



Escrito por Kel às 16:56
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Vamos continuar brincando disso...

...afinal, o Natal está chegando.

E continuaremos com as flores.



Escrito por Kel às 16:55
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Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não pára...


Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara...


Enquanto todo mundo
Espera a cura do mal
E a loucura finge
Que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência...


O mundo vai girando
Cada vez mais
veloz
A gente espera do mundo
E o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência...


Será que é tempo
Que lhe falta prá perceber?
Será que temos esse tempo
Prá perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...

Será que temos esse tempo a perder???

O mundo espera de nós um pouco de paciência...

Será que temos essa paciência a dar???

[A música chama Paciência, do Lenine]



Escrito por Kel às 13:46
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Não!

Não queria nada mais do que isso.

Não merecia nada mais do que isso.

Ainda não mereço.

Ainda quero!

I want something blue!!!



Escrito por Kel às 20:54
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Acordei,

Lavei o rosto,

Passei creme para retardar o descascar de meu rosto.

Fui tomar café,

Enchi a xícara daquele café de roça,

Peguei o pão, mas não queria,

Peguei o bolo, mas também não queria,

Comecei a brincar com o queijo,

Me lembrei que poderia ter soda cáustica e água oxigenada nele.

Perdi a fome!



Escrito por Kel às 14:13
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PENSE!!!

 

Mas não deixe que seus pensamentos impeçam suas sensações.



Escrito por Kel às 20:27
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Afinal,

Algum dia,

Algo teria de ter surgido do nada...

 

...Ou sempre existido!

DEUS!!!



Escrito por Kel às 20:23
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Nem tudo são flores...

 

...também existem as briófitas.



Escrito por Kel às 17:19
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Em busca de um porquê.

Em busca de uma resposta.

Em busca de uma definição.

 

Sempre buscando, algumas vezes encontrando, outras desistindo de encontrar, ou apenas esquecendo e deixando passar.



Escrito por Kel às 16:36
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